Jaicar
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Veja algumas dicas para a economia de seu automóvel.

Algumas dicas simples do dia a dia podem fazer a diferença para prolongar a vida útil do seu carro.

 

Quando possível, tenha o pé leve.
Evite acelerações e frenagem bruscas. Isso contribui para o desgaste do motor, dos freios, da suspensão e até dos pneus, que são mais exigidos sem necessidade. “Uma dica é acelerar e frear de maneira mais suave para que todos os itens tenham maior durabilidade”.

dicasUse o freio motor.
Reduza as marchas ao diminuir a velocidade. Essa dica aciona o freio motor, que ajuda a parar o veículo e também poupa os freios, que não são tanto exigidos. Em carros com câmbio manual, também é importante tirar o pé da embreagem na hora de frear, acione-a somente quando estiver parando para o motor não “morrer”.

Evite dirigir na “banguela”.
O costume de dirigir com o câmbio em ponto morto, especialmente em descidas, não ajuda a economizar combustível e ainda contribui para o desgaste prematuro dos freios, sem contar que coloca a segurança em risco.

Não deixe o pé sobre o pedal de embreagem.
Muita gente tem o costume de apoiar o pé sobre o pedal de embreagem com a marcha já engatada. Esse vício, além de resultar na perda de tração, desgasta componentes sem necessidade. Com o tempo, o hábito acaba fazendo você ter de trocar o conjunto mais cedo. Dependendo do modelo, o custo passa de R$ 500.

 

dicas

Verifique os filtros e fluidos.
Verifique o nível do óleo a cada semana e troque o lubrificante no prazo e/ou na quilometragem recomendados pela fabricante. O mesmo vale para os filtros, que devem ser substituídos no tempo e na especificação indicados no manual. O filtro de óleo, inclusive, deve ser substituído com cada troca de óleo. Essas dicas e cuidados básicos fazem o motor durar mais tempo e, funcionando corretamente, também acaba consumindo menos combustível.

 

Abasteça com combustível que vale mais a pena.

Em carros flex, sempre abasteça com etanol se o preço do litro for mais de 30% menor que o valor cobrado pela gasolina. Esse percentual se explica porque o álcool apresenta, em média, consumo 30% maior que o derivado do petróleo. Essas dicas dificilmente podem ser aplicadas em estados como o Rio Grande do Sul, por exemplo, onde o valor do etanol é bem mais caro

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